{"id":1480,"date":"2024-03-11T16:35:40","date_gmt":"2024-03-11T16:35:40","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloassobio.pt\/?p=1480"},"modified":"2024-03-12T13:04:24","modified_gmt":"2024-03-12T13:04:24","slug":"cerromaior-e-o-neorealismo-na-literatura-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloassobio.pt\/?p=1480","title":{"rendered":"CERROMAIOR e o neorrealismo na literatura portuguesa"},"content":{"rendered":"<div class='booster-block booster-read-block'>\r\n                <div class=\"twp-read-time\">\r\n                \t<i class=\"booster-icon twp-clock\"><\/i> <span>Read Time:<\/span>3 Minute, 48 Second                <\/div>\r\n\r\n            <\/div><p style=\"text-align: left;\">Na passada quinta-feira, dia <strong>7 de Mar\u00e7o<\/strong>, inaugur\u00e1mos o <em><strong>Ciclo de Cinema 50 anos de Abril<\/strong>, <\/em>com a exibi\u00e7\u00e3o do filme <strong>Cerromaior<\/strong>, realizado em 1980, por <strong>Lu\u00eds Filipe Rocha<\/strong> e baseado na obra, com o mesmo nome, de<strong> Manuel da Fonseca<\/strong>.<\/p>\n<p>O nosso convidado, <strong>Dr. Jos\u00e9 Alberto Ferreira<\/strong>, come\u00e7ou por contextualizar a obra de Manuel da Fonseca e do cineasta Lu\u00eds Filipe Rocha. Ap\u00f3s o visionamento do filme, teceu alguns coment\u00e1rios sobre alguns aspetos fulcrais\u00a0 da narrativa e evidenciou v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas do realizador, fomentado uma conversa informal e respondendo a algumas quest\u00f5es colocadas.<\/p>\n<p>Esta obra retrata com extremo realismo a sociedade rural dos anos trinta, em pleno Alentejo. Entre outros, destacam-se os temas da pobreza, da precariedade (a jorna), a prepot\u00eancia dos senhores latifundi\u00e1rios, a lentid\u00e3o do tempo, a monotonia dos dias, a solid\u00e3o das mulheres burguesas e a instrumentaliza\u00e7\u00e3o da mulher pobre, \u00e0 merc\u00ea dos caprichos e abusos dos patr\u00f5es, enfim, a profunda injusti\u00e7a e desigualdade\u00a0 sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estiveram presentes as turmas CT1, LH1, LH2 do 12\u00baano e a turma do 1\u00ba ano do Curso de Log\u00edstica, acompanhadas pelos respetivos professores.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1481\" src=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602-300x225.jpg 300w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602-768x576.jpg 768w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003602.jpg 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1484\" src=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596-300x225.jpg 300w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596-768x576.jpg 768w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003596.jpg 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1485\" src=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1-768x576.jpg 768w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/1000003577-1.jpg 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Manuel da Fonseca foi um dos escritores cimeiros do neorrealismo<strong>*<\/strong> portugu\u00eas, entre outros, como Afonso Ribeiro, Alves Redol e\u00a0 Soeiro Pereira Gomes.<\/p>\n<p>A obra <em>Cerromaior<\/em> foi submetida \u00e0 Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura.<strong>**<\/strong> Na leitura do romance, o<strong> censor<\/strong> concordou com a descri\u00e7\u00e3o da desigualdade social portuguesa, mas no seu parecer colocou reservas:<\/p>\n<p><strong>&#8220;N\u00e3o julgo com possibilidades de ser autorizado. Sem defender ou atacar qualquer tese ou preceito social, apresenta ao leitor factos concretos que revelam profundas defici\u00eancias da estrutura social entre n\u00f3s. A vida dura e miser\u00e1vel do trabalhador rural alentejano, a car\u00eancia ao mesmo de assist\u00eancia social, a indiferen\u00e7a do abastado pelo humilde que trabalha em seu proveito.&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.museudoneorealismo.pt\/thumbs\/cmvfxira\/uploads\/writer_file\/image\/21854\/livros_1_1000_2500_1_1024_2500_1_1200_2500.png\" alt=\"livros_1_1000_2500_1_1024_2500\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"hidden-post visible-post\"><em><strong>*<\/strong>S.M. (de Neo + Realismo) &#8211; Movimento art\u00edstico, liter\u00e1rio e filos\u00f3fico que floresceu no p\u00f3s-guerra, propondo uma revaloriza\u00e7\u00e3o do realismo tradicional e que, inspirado no materialismo dial\u00e9tico, procurava representar e dar voz aos anseios das camadas prolet\u00e1rias. <\/em>(Dicion\u00e1rio da Academia de Ci\u00eancias de Lisboa, Lisboa, Editorial Verbo, 2001, vol. 2)<\/p>\n<address><em>O neorrealismo liter\u00e1rio pode definir-se como um movimento que se desenrolou aproximadamente entre finais dos anos 30 e finais dos anos 50 do s\u00e9culo XX, num contexto particular, correspondendo a parte do tempo hist\u00f3rico-pol\u00edtico do salazarismo e sob o signo ideol\u00f3gico e cultural do marxismo. <\/em>(Biblos, Enciclop\u00e9dia Verbo das Literaturas de L\u00edngua Portuguesa, Lisboa, Editorial Verbo, 1999)<\/address>\n<address>\u00a0<\/address>\n<address><strong>** DIRE\u00c7\u00c3O DOS SERVI\u00c7OS DE CENSURA &#8211; <\/strong>O exerc\u00edcio do direito de liberdade de imprensa foi objeto de uma Lei do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, publicada em 28 de Outubro de 1910. O referido diploma advogava a livre circula\u00e7\u00e3o das publica\u00e7\u00f5es, sem qualquer cau\u00e7\u00e3o, censura ou autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, embora determinasse os limites dessa mesma liberdade de imprensa.<strong>A partir do 28 de Maio de 1926 a imprensa come\u00e7ou a sentir o efeito da censura pr\u00e9via, mesmo antes da legaliza\u00e7\u00e3o desta, em 1933. Visava todas as publica\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas, folhas volantes, folhetos e cartazes que tratassem de assuntos pol\u00edticos e sociais. O<\/strong>\u00a0exerc\u00edcio da censura estava a cargo das Comiss\u00f5es de Censura, de nomea\u00e7\u00e3o governamental, subordinadas ao Gabinete do Ministro do Interior, por interm\u00e9dio da Comiss\u00e3o de Censura de Lisboa. Esta Comiss\u00e3o teve como sucessoras, ainda em 1933, a Dire\u00e7\u00e3o Geral dos Servi\u00e7os de Censura, e em 1935, a Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura.Com o alargamento das suas compet\u00eancias em 1936, a Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura passou a intervir na funda\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e venda de publica\u00e7\u00f5es, nomeadamente estrangeiras, que contivessem mat\u00e9rias cuja divulga\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse permitida em publica\u00e7\u00f5es portuguesas.(\u2026)<\/p>\n<p>Em 1940, foi criado, na Presid\u00eancia do Conselho de Ministros, um Gabinete de Coordena\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Propaganda e Informa\u00e7\u00e3o, presidido pelo pr\u00f3prio Presidente do Conselho, que integrava os respons\u00e1veis do Secretariado da Propaganda Nacional, da Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura e da Comiss\u00e3o Administrativa da Emissora Nacional de Radiodifus\u00e3o. Competia ao Gabinete de Coordena\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Propaganda e Informa\u00e7\u00e3o coordenar as atividades de propaganda e informa\u00e7\u00e3o dos diversos servi\u00e7os p\u00fablicos e assegurar a execu\u00e7\u00e3o das directrizes governamentais relativas a essas mat\u00e9rias.<\/p>\n<p>A Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura foi mantida sob a tutela do Minist\u00e9rio do Interior at\u00e9 1944, data a partir da qual o Secretariado Nacional de Informa\u00e7\u00e3o passou a concentrar n\u00e3o s\u00f3 as fun\u00e7\u00f5es do \u00f3rg\u00e3o que exercia a censura, mas tamb\u00e9m todas as compet\u00eancias do Secretariado de Propaganda Nacional e dos servi\u00e7os de turismo.<\/p>\n<p>Em 1972, a Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os de Censura foi transformada numa Dire\u00e7\u00e3o Geral da Informa\u00e7\u00e3o e a &#8220;censura&#8221; recebeu a designa\u00e7\u00e3o de &#8220;exame pr\u00e9vio&#8221;.<\/p>\n<p>https:\/\/digitarq.arquivos.pt\/details?id=4326865<\/p>\n<\/address>\n<address>\u00a0<\/address>\n        <div class=\"booster-block booster-reactions-block\">\r\n            <div class=\"twp-reactions-icons\">\r\n                \r\n                <div class=\"twp-reacts-wrap\">\r\n                    <a react-data=\"be-react-1\" post-id=\"1480\" class=\"be-face-icons un-reacted\" href=\"javascript:void(0)\">\r\n                        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornaloassobio.pt\/wp-content\/plugins\/booster-extension\/\/assets\/icon\/happy.svg\" alt=\"Happy\">\r\n                    <\/a>\r\n                    <div class=\"twp-reaction-title\">\r\n                        Happy                    <\/div>\r\n                    <div class=\"twp-count-percent\">\r\n                                                    <span style=\"display: none;\" class=\"twp-react-count\">0<\/span>\r\n                        \r\n                               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