Encontra-se patente na Biblioteca da Escola Severim de Faria a exposição bibliográfica multilingue itinerante “Pipi das Meias Altas”, uma iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal e do Gabinete de Ligação do Parlamento Europeu, em parceria com a Direção-Geral da Tradução da Comissão Europeia.
As exposições itinerantes multilingues são um projeto comum das Antenas da Direção-Geral da Tradução em todos os Estados-Membros da União Europeia. Anualmente, desde 2014, é escolhida uma obra infantojuvenil com relevância a nível de toda a Europa. Cada Antena contribui com a respetiva versão linguística. A exposição multilingue assim constituída fica pronta a circular por toda a Europa, a pedido, nas Representações da Comissão Europeia, nos centros EUROPE DIRECT, assim como em organismos e instituições oficiais.
A inauguração desta Exposição teve lugar dia 7 de maio, com a presença da Dr. Alexandra Correia – representante da Europe Direct do Alentejo – e vai ficar patente até ao final do mês de maio. Estiveram presentes na inauguração alguns elementos da Direção da Escola Severim de Faria, vários docentes e as turmas 1º e 2º APS.

Astrid Lindgren nasceu em 14 de novembro de 1907, na pequena povoação de Nås, perto de Vimmerby, na província sueca de Småland. Ao longo dos seus 94 anos de vida, escreveu cerca de sessenta livros, tendo também sido editora de livros para crianças. Os protagonistas dos seus livros são irreverentes, politicamente incorretos, fortes e dotados de iniciativa, embora exprimam também dúvidas e angústias. As suas obras foram precursoras na defesa da ecologia, dos direitos das mulheres e na denúncia da violência em todas as suas formas. Quando Pippi das Meias Altas foi publicado em 1945, conheceu um êxito imediato, apesar do alvoroço que criou entre os pais e os professores que viam em Pippi um perigo para a educação tradicional. Um ano mais tarde, Astrid Lindgren iniciou o seu trabalho como editora de livros para crianças. Astrid Lindgren obteve inúmeros prémios, entre os quais o prémio Hans Christian Andersen em 1958, o Nils Holgersson em 1950, o Prémio Nacional de Literatura Sueca em 1957, a Medalha de Ouro da Academia Sueca em 1971 e o Prémio da Paz, atribuído por livreiros alemães, em 1993.
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