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É frequente a utilização do esperanto como língua de países fictícios em obras cinematográficas — tão diversas como O grande Ditador, com Charlie CHAPLINStreetfighter II, com Jean­ Claude VAN DAMME, ou An Idiot’s Delight, com Clark GABLE, bem como no clip de lançamento do álbum HIStory de Michael JACKSON. Entre este tipo de obras refira­‑se também a película Incubus, cujo elenco encabeçou um ainda muito jovem William SHATTNER (o Capitão Kirk de Star Trek), uma raridade do panorama experimental dos Estados Unidos, agora de novo disponível comercialmente.

A “verdadeira” cinematografia em esperanto sofre porém do mesmo problema que a música, o da escassez de recursos. E se este problema pode ser evitado na música com a preferência por solos e por sonoplastias mais ou menos artesanais, a necessidade de investimento no cinema em esperanto resultou apenas na redução da quantidade, sendo pouco mais de uma dezena as produções dignas de nota.

Isto, naturalmente exclui os filmes e vídeos didáticos, as reportagens promocionais e similares, e os filmes dobrados ou legendados, nos quais o esperanto tem encontrado uma aplicação relativamente vasta.

in http://2001.esperanto.pt/kino.htm

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